O Clúster TIC da Galiza celebra este 11 de Fevereiro uma nova assembleia geral extraordinária
quarta-feira 3 de Fevereiro do 2010, por Fernando | | Partilhar

- Representantes do Clúster numa reunião recente com a secretária geral de Modernização, segunda pela esquerda
Se a posta em marcha de uma associação empresarial tem um aquele de movimento lógico e natural dos seus componentes, pensar num ente que integre as diversas associações de um sector bem pode levar-nos a pensar que finalmente a razão foi quem de impor-se. A coisa ainda se enlea mais, e para melhor, se as diferentes companhias que decidem fazer frente comum baixo os mesmos objectivos têm entre mãos uma boa parte do medre tecnológico-digital de um país, neste caso que nos ocupa o nosso. Tudo isto vem a conto para falar do Clúster TIC da Galiza, um agrupamento de agrupamentos que se baseia em aplicar ao inovador uma das filosofias mais antigas e singelas que existe: a união faz a força. Por certo que o Clúster tem prevista para este próximo 11 de Fevereiro uma nova assembleia geral extraordinária, reunião na que está prevista tomar uma bom número de decisões de especial importância para o seu futuro, amais de dar-lhe um pulo definitivo à sua linha de trabalho, objectivos e directiva (eleger-se-á presidenta/e e membros do comité estratégico).
O prazo para participar nela estará aberto até o 4 de Fevereiro, não sendo possível a partir daí admitir novas altas, actualização de documentação, designações ou delegações de voto. Na web da entidade está disponível já a relação de aderidos ao agrupamento, ratificados já na assembleia de 14 de Janeiro.
Mais união
O Clúster TIC, que aparece integrado por 76 entidades (entre associações profissionais, empresas ou colégios profissionais), estaria destinado (entre outras coisas) a ser uma imagem de marca, um ponto de referência que centralice o que até agora ficou disgregado em esforços mais locais. Assim se especifica nas suas bases, sendo um dos seus objectivos o de é coordenar esforços para o medre da competitividade e a internacionalización, em Espanha e no estrangeiro.
A dia de hoje, o Clúster não é novo. A sua andaina já deu começo há um tempo, bem como projecto bem como realidade, e mesmo chegou a dar acubillo à sua primeira assembleia geral ordinária. A sua presidenta provisória, Beatriz Legerén (responsável também de EGANET, associações impulsora), vê nesta proposta a grande oportunidade que procurava a Galiza e mais a varejo o seu sector digital para dar o chimpo definitivo ao mundo. O potencial não é pequeno: o sector TIC é um dos mais destacáveis da nossa terra e conta com um bom número de empresas de renome e com umas associações e colégios de grande experiência.
De algum modo, o Clúster TIC põe ordem num panorama até o de agora muito fragmentado de iniciativas a favor da promoção e produção das novas tecnologias, contudo o que isso (a centralización e coordenação de esforços) tem de positivo para o resto dos nossos sectores, todos candidatos de produtos TIC em maior ou menor medida. Daí que ao âmbito empresarial que nos ocupa se lhe chame âsector transversalâ: adianta-se para o que tem justo ante os olhos e beneficia igualmente a quem tem à sua beira.
Porém, é preciso desbotar a ideia de que se trata de um tecido produtivo homoxéneo. De facto, é provável que nesta variedade de propostas empresárias que aglutina resida em parte a disgregación asociativa da que se surge. O leque é amplo: há firmas que se ocupam de desenvolver software e outras de desenhar hardware de todo o tipo, sobretudo electrónica para o lazer; mas também há operadores de telefonia, empresas que apanham pelo vieiro no que se cruzam redes e consultoría e outras que se insiren plenamente no âmbito das telecomunicações.
A maiores das companhias que acodem a título pessoal, integram-se no Clúster as seguintes associações:
· EGANET (Empresas Galegas Dedicadas a internet e as Novas Tecnologias)
· INEO (Associação Multisectorial de Empresas TIC)
· AETIC-Galiza (Associação de Empresas TIC de Espanha, Conselho da Galiza)
· COETG (Colégio Oficial de Engenheiros de Telecomunicação da Galiza)
· AETG (Associação de Engenheiros de Telecomunicações da Galiza)
· CPEIG (Colégio Profissional de Engenharia em Informática da Galiza)
· CPETIG (Colégio Profissional de Engenharia Técnica em Informática da Galiza)
· AGESTIC (Associação Galega de Empresas TIC)
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